SONHO: Tive um sonho em que eu acabei parando na csa de uma amiga de colégio das antigsa e ela tinha escrito um quadrinho, que na realidade é um pôster gigante em fotonovela co cadáveres. Não lembro a história.Lembro que num momento eu fui tomar um banho e quando terminei e a água desceu pelo ralo, revelou que lá estava, o tempo todo um corpo eembalsamdo e sem pele, vonservado mal e porcamente mp cjão da banheira. EEste corpo era maior do queo normal, tinha os braços e as pernas grossos e do mesmo calibresem os relevos comumns de múscolos de um corpo humano. O cadáver se levantoou e seus músculos tinham cor de salmão, os tendões parecisam muco e esperma velho. Os olhos tinham pápebras, mas ele parecia um mascote que não havia sido aprovado para um programa inftantil sobre o corpo humano.Eu me assustei e ele falou ‘calma’ com uma voz completamente clara, alta e aguda, como se estivesse forçando a voz, como quando adultos encarnam personagens infantis e precisam adar uma cara mias alegre pra coisa toda. Depois disso eu estava num restaurante experimental, uma dessas novas cozinhas do mundo, só que aqui o crítico estava falando sobre algum prato que havbia gostado muito e nao lembrava o nome. o chef serviu um prato cheio de coisas esquisitas e uma delas era uma raiz verde, de calibre largo, parecendo umaraiz de lotus, só que com furos menores d, na realidade parecia uma folha de bananeira cortada como um makki roll e o critico desavisado mordeu a parte de fora e ficou cheio de farpas na lingua. o chefficou meio irritado, falando ‘este é o prato que vc tanto gosta’, e o critico ficava alisando a superficie da lingua com um guardanapo. ‘voce tem que apertar o miolo’, disse o chefe. o critico, já sem vontade de comer, apaerta p miolo e sai o que me paree macarrão ou fios de ovos. D´apra sentir o cheiro doce de longe. Tem um l eve cheiro de ovo e canela.(digitado de oolhos fechados)